31 março 2014

A direita ganha as municipais e...

... a resposta de Hollande é 
«direita, volver» no governo

(Le Monde)

Há 50 anos, neste dia, no Brasil começava



Apesar do tom cinicamente "neutral" bem revelado neste texto
 
tem interesse informativo e assinalável qualidade gráfica este dossiê de A Folha de S. Paulo sobre os 50 anos do golpe.

A este respeito ler aqui





 
e ainda o apoio ao golpe de
dois grandes jornais brasileiros


 

e agora compare as capas das edições
de hoje
  de jornais como o Metro
e O Estado de S. Paulo

(em O Globo)
15 canções contra a ditadura
(aqui)



Cálice, de Chico Buarque e Gilberto Gil :«A música, composta em 1973, só pode ser lançada cinco anos depois, devido à forte censura. Fazia um inteligentíssimo jogo de palavras entre “cálice” e “cale-se”. Além disso, faz claras referências ao regime da época em versos fortíssimos como “quero cheirar fumaça de óleo diesel”, onde faz alusão à prática de tortura onde o preso era submetido ao processo de inalar fumaça de óleo diesel.»

29 março 2014

Todos os comentários são supérfluos

Portugal, 40 anos
depois do 25 de Abril

mas sem culpa dele



CM
de hoje

Porque hoje é sábado (387)

Ed Palermo



A sugestão musical deste sábado
leva até vós os sons do saxofonista
norte-americano Ed Palermo
e da sua Big Band.



Que mal fizemos para aturar isto ?

Não há é limites para o
cinismo e hipocrisia deste(s) tipo(s)


Francamente, depois de tudo o que tem dito e feito ao longo de anos, será que Durão Barroso pensa que engolimos este truque de sacudir a água do capote e se fazer passar por bomzinho? Que se vá catar, para não usar um verbo mais apropriado.


Mau jornalismo

A notícia não explica
em que fábrica é que
Ana Gomes já o encomendou



na capa do Sol

Mais uma imagem para eu republicar nas vésperas da votação de 25 de Maio. Obrigado, Ana.

28 março 2014

Espanha, há 75 anos

A partida do último barco
com exilados republicanos


e para eterna vergonha da
grande "democracia" inglesa
a não perder aqui em publico.es

E vai daí Passos Coelho explodiu :

"Raios partam estes gajos
que não sabem que há
eleições em 25 de Maio"



E  agora, caros leitores de
jornais, não percam a
viagem a certos bastidores
do que lêem:


«Terça-feira, os jornalistas de vários
órgãos de comunicação social foram
convidados para um encontro informal no
Ministério das Finanças. O tema da
reunião seria a convergência das pensões.
Durante o encontro foi referido que
os temas abordados e discutidos
poderiam ser noticiados, mas sem serem
atriuídos a nenhum responsável,
apenas a fonte do Ministério
das Finanças
.(...)»

- comunicado da Agência Lusa, Correio da Manhã, Diário Económico, Diário de Notícias, Dinheiro Vivo, Jornal de Notícias e Público.

Espera por vós

E viva a página de
Eduardo Gageiro na Net





Direitos humanos em geografia variável

Esperando sentado há 24 anos




a ler aqui

Por mim, desde a 1ª guerra do Golfo (1990) que estou à espera que se cumpra a doce profecia de Vicente Jorge Silva, Vital Moreira e outros de que ela também arrastaria a democratização das despóticas monarquias  da zona.

Municipais francesas ou...

... ou quando os jornalistas
só encontram quem lhes convém




a não perder aqui em Mediapart

27 março 2014

Como elas se fazem ou...

... vá-se lá ser prior
de uma freguesia assim!



A respeito das listas para as europeias, a  secção de «Sobe e Desce» na última página do Público sentencia hoje que «a conclusão é esta: só PS e o Bloco de Esquerda respeitaram a lei da paridade, colocando o número suficiente de mulheres para cumprir esse objectivo», remetendo para um texto nas interiores do jornalista Nuno Sá Lourenço.

A minha alma fica parva.  A lista de 21 candidatos efectivos da CDU inclui 10 mulheres e 11 homens e dos 9 suplentes 5 são mulheres e 4 homens e, nos quatro  primeiros candidatos, há 2 homens e 2 mulheres (2º e 4º lugares). Assim sendo, aguardo ansioso que o pessoal do Público que lavrou a sentença acima referida me explique se isto não  é paridade que mais perfeita paridade pode então haver. Talvez das bandas do Público regougem que estavam a pensar nos «lugares elegíveis». E eu responderei que isso dos «lugares elegíveis»depende do voto dos eleitores e que, quanto ao incontornável «imparidade» dos números ímpares, a melhor maneira de calar o Público é haver  um formidável movimento para eleger quatro deputados pela CDU. Desculpem lá mas ligeireza, preconceito  e mesquinhez  é o que isto é.

A total ruptura de um contrato de confiança

E chegam os novos celofanes
para embrulhar a infame roubalheira