22 dezembro 2017

Derrota impressionante dos EUA na AG da ONU

128 resistiram às ameaças

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Catalunha - baralhar e tornar a dar ?

Como sempre, uma
proporcionalidade diminuída

 
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O que ainda ninguém disse:  considerando apenas os 7 partidos que elegeram deputados, verifica-se que o campo não independentista teve mais 159.490 votos que o campo independentista embora este tenha obtido uma maioria absoluta de lugares.

20 dezembro 2017

O PS começou, os do PAF concluiram

vergonha, máxima
vergonha para os que
privatizaram uma empresa
que sempre tinha sido pública

Público hoje 
 

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Um «sobrevivente», coitado !

Só gostava de ser mosca
para perceber a razão e
bastidores desta manchete e
11-páginas-11 dedicadas pelo
Público a António Mexia


18 dezembro 2017

14 dezembro 2017

Investigadores e prostituição

Finalmente um título
que mostra qual é o
objectivo principal


No Público de ontem, depois de séculos de conversa fiada e errónea sobre a «legalização da prostituição» ( a prostituição não é ilegal em Portugal ), finalmente um título e um texto que mostra que o verdadeiro e central objectivo deste pessoal é legalizar o proxenetismo e o lenocídio e tornar legal o «empreendedorismo» e o «empresariado» na área da prostituição.

A retribuição é certa !

Keep calm, 
não há qualquer perigo

09 dezembro 2017

08 dezembro 2017

Assis para Costa

Clarifica tu que a
mim não me convém



Em artigo ontem no Público, Francisco Assis arruma melhorias reais na  vida de milhões de portugueses sob a fórmula « a "geringonça" consumiu-se e exauriu-se num programa assaz ligeiro de reversões e devoluções» [será que queria mais ?] e, em coerência, já quase no fim, sentencia que «a "geringonça aparenta caminhar rapidamente para um estado agónico».
vai daí remata, do alto da sua cátedra, que « ou estou muito enganado ou este é o tempo certo para uyma clarificação na  vida política portuguesa. Creio que António Costa ainda está a tempo de eitar o pântano.»

Curioso e de algum modo sintomático é que o artigo de Assis termine assim sem que ele tenha sentido a necessidade de explicar aos leitores o que é que ele entende por «clarificação na  vida política portuguesa». 

Conhecendo de ginjeira as ideias e antecedentes da personagem  bem se pode imaginar que coisa boa não será mas, em castigo por não ter tido o franqueza e a coragem de o dizer, não amos ser nós a contar do que se tratará. 

01 dezembro 2017

A imprensa que temos ou...

... o título devia 
antes ser assim
 

Não é nada de admirar pois eu próprio estou à beira de me converter aos ideais monárquicos mas apenas por causa da contribuição do pretendente e da sua respeitada esposa para o combate ao défice demográfico do país.