31 janeiro 2018

30 janeiro 2018

Alemanha

Olhem o paraíso
da «paz social»



«vírus e «agitadores profissionais» !!!

Saraiva e Silva unidos
como os dedos da mão
no sítio certo

  "A CGTP  viu ali uma
oportunidade, colocando
um vírus na empresa
(Autoeuropa)"
António Saraiva
Presidente da CIP
"A polémica da Autoeuropa voltaria a infiltrar-se nas jornadas do CDS ao final da tarde pela voz do líder da UGT, Carlos Silva, e pela do presidente da CIP, António Saraiva. Há agitadores profissionais” nos representantes dos trabalhadores da Autoeuropa, apontou Carlos Silva, lembrando a “revolução de 1917”. Em jeito de aviso, o secretário-geral daquela central sindical afirmou que os trabalhadores devem ficar cientes de que “ou há estabilidade interna ou os administradores podem perder a paciência”, lembrando que há países interessados em acolher a empresa. Carlos Silva assume que “há uma tentativa de controlar a comissão de trabalhadores, e uma voz única”, e disse esperar que os trabalhadores “saibam reagir a esta pressão da esquerda radical”.
(no Público) 

25 janeiro 2018

Filme, livros, arquivos

O regresso dos
Pentagon Papers






18.95 $

The Complete
Pentagon Papers
A Side-By-Side Comparison of the Three Major Editions

Brasil

Nova etapa
do golpe permanente


23 janeiro 2018

Um livro estrangeiro por semana

Une histoire populaire
de la resistance palestinienne



21 E.
Apresentação: « Les médias occidentaux dépeignent la résistance palestinienne contre l’occupation israélienne comme étant exclusivement violente : résistance armée, attentats-suicides, tirs de roquettes, prises d’otages, etc. Dans la réalité, si ces méthodes existent, elles relèvent de l’exception dans un vaste mouvement de résistance pacifique et non violente, voire créative.
 Dans ce livre fascinant, le docteur Mazin QUMSIYEH synthétise d’innombrables informations provenant de sources variées et originales afin de présenter l’étude la plus complète de la résistance civile en Palestine.
Son ouvrage contient des centaines d’exemples de méthodes de résistance aussi héroïques qu’innovantes employées par les Palestiniens depuis plus d’un siècle. L’auteur analyse également les réussites, les échecs, les occasions manquées, et les défis que doivent surmonter les Palestiniens ordinaires dans leur lutte pour la liberté dans des conditions extraordinairement difficiles. Il est le seul auteur à avoir effectué le minutieux travail critique et l’étude comparative des soulèvements (de 1920-21, 1929, 1936-39, 1970), et des deux Intifadas de 1987-91 et 2000-06. 
Les histoires humaines fascinantes racontées dans ce livre sont autant de sources d’inspiration pour les personnes de toutes confessions et origines politiques afin qu’elles définissent une voie plus efficace et mieux informée pour un avenir de paix et de justice.»

18 janeiro 2018

Já 188.000 assinaturas

Manifesto Eleição
sem Lula é fraude


Aqui :«A tentativa de marcar em tempo recorde para o dia 24 de janeiro a data do julgamento em segunda instância do processo de Lula nada tem de legalidade. Trata-se de um puro ato de perseguição da liderança política mais popular do país. O recurso de recorrer ao expediente espúrio de intervir no processo eleitoral sucede porque o golpe do Impeachment de Dilma não gerou um regime político de estabilidade conservadora por longos anos.
O plano estratégico em curso, depois de afastar Dilma da Presidência da República, retira os direitos dos trabalhadores, ameaça a previdência pública, privatiza a Petrobras, a Eletrobras e os bancos públicos, além de abandonar a política externa ativa e altiva.
A reforma trabalhista e o teto de gastos não atraíram os investimentos externos prometidos, que poderiam sustentar a campanha em 2018 de um governo alinhado ao neoliberalismo. Diante da impopularidade, esses setores não conseguiram construir, até o momento, uma candidatura viável à presidência.
Lula cresce nas pesquisas em todos os cenários de primeiro e segundo turno e até pode ganhar em primeiro turno. O cenário de vitória consagradora de Lula significaria o fracasso do golpe, possibilitaria a abertura de um novo ciclo político.
Por isso, a trama de impedir a candidatura do Lula vale tudo: condenação no tribunal de Porto Alegre, instituição do semiparlamentarismo e até adiar as eleições. Nenhuma das ações elencadas está fora de cogitação. Compõem o arsenal de maldades de forças políticas que não prezam a democracia.
Uma perseguição totalmente política, que só será derrotada no terreno da política. Mais que um problema tático ou eleitoral, vitória ou derrota nessa luta terá consequências estratégicas e de longo prazo.
O Brasil vive um momento de encruzilhada: ou restauramos os direitos sociais e o Estado Democrático de Direito ou seremos derrotados e assistiremos a definitiva implantação de uma sociedade de capitalismo sem regulações, baseada na superexploração dos trabalhadores. Este tipo de sociedade requer um Estado dotado de instrumentos de Exceção para reprimir as universidades, os intelectuais, os trabalhadores, as mulheres, a juventude, os pobres, os negros. Enfim, todos os explorados e oprimidos que se levantarem contra o novo sistema.
Assim, a questão da perseguição a Lula não diz respeito somente ao PT e à esquerda, mas a todos os cidadãos brasileiros. Como nunca antes em nossa geração de lutadores, o que se encontra em jogo é o futuro da democracia».

 
Ler no «Público» de hoje
artigo da Prof. Syl
via Debossan
Mo
retzsohn

Para quem se interessar por estes temas

O cinema e a «revolução
cultural» chinesa






clicar para aumentar
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15 janeiro 2018

Uma declaração de Manuela F. Leite

Alvo compreensível
mas fraca ambição



É certo que, durante a campanha interna, Rui Rio já havia anunciado, com não poucos estilhaços polémicos, a orientação estratégica de, não sendo o PSD o partido mais votado ou não dispondo de uma maioria absoluta com o CDS, iabilizar um governo minoritário do PS com o assumido objectivo de o libertar da necessidade de compromissos com o PCP, o BE e o PEv.

Mas, apesar disso, não deixa de ser por demais significativo que, dois dias depois da eleição de Rio, venha logo puxar essa orientação para primeiro plano, ao declarar que « Da mesma forma que o Bloco de Esquerda e o PCP têm vendido a alma ao diabo, exclusivamente com o objetivo de pôr a direita na rua, eu acho que ao PSD lhe fica muito bem se vender a alma ao diabo para pôr a esquerda na rua”, afirmou Manuela Ferreira Leite, em entrevista à TSF».

Anotando-se de passagem o lugar cativo que o Diabo continua a ter no discurso de personalidades do PSD é pois de registar o que realmente rala o PSD e como é fraca a sua ambição política para as próximas legislativas embora o seu alvo principal seja compreensível porque confirma o que mais lhes dói, a saber, o peso ou influência da esquerda junto do governo minoritário do PS que o PSD pretende atrair para compromissos alternativos consigo.

Se assim é, é preciso lutar até Outubro de 2019 para que, à esquerda, ninguém duvide de qual é a opção eleitoral que melhor torna invvel esta perigosa manobra.

P.S.: Escrevendo sobre esta matéria no «Público» de hoje, Rui Tavares volta pela enésima vez a reescrever a história ao debitar a seguinte falsificação: «Muito lamentei eu que, durante anos, a esquerda se tivesse recusado a tirar disso consequências e não aceitasse entender que de cada vez que enjeitava trabalhar com o PS estava a atirar a política portuguesa para os braços da direita (sim: não só o próprio PS mas toda a política portuguesa para os braços da direita, enviesada que ela ficava pelo facto de não haver nunca convergências à esquerda).» E é apenas porque tenho o jantar ao lume que, para ilustração de Rui Tavares, não trago aqui uma breve mas grave lista das infinitas «bondades» (políticas, medidas, decisões, recusas de entendimentos, etc. ) dos anteriores governos do PS.

13 janeiro 2018

Ainda a questão da «cannabis»

A palavra proibida 
de Francisco Louçã

Ouvimos ontem no seu «Tabu» na SIC Notícias  e lemos hoje no «Público» Francisco Louçã a  abordar a questão da cannabis. Em ambos os casos, para além de uma assumida defesa, que é seu direito, da legalização da cannabis para fins recreativos do que falou foi da sua utilização para fins medicinais, da quantidade de entidades que a admitem ou defendem e dos «partidos conservadores» (PCP e CDS) que a isso se teriam oposto. 

Mas há uma palavra que Louçã nunca disse nem escreveu : «autocultivo». Ou seja, precisamente aquela que levou à oposição do PCP e que também merece reservas de diversas entidades  citadas por Louçã.

Assim não vale. 
 

Porque hoje é sábado ( )

They Might Be Giants



A sugestão musical deste sábado vai para o duo
norte-americano They Might Be Giants
e o seu novo álbum  I Like Fun.



ouvir álbum integral aqui

10 janeiro 2018

Protótipos do muro de Trump entre os EUA e o México

Não há estética que o salve !


Há duas semanas, a CNN revelou os oito protótipos ou modelos (entre 5 a 7 metros de altura) para a o muro (na verdade o enorme prolongamento do já existente) que Trump prometeu construir na fronteira com o México e que o Presidente os visitaria em San Diego. A notícia acrescentava ainda que Trump já tem uma preferência definida - o modelo que permite ver para o outro lado. Já os mexicanos não querem modelo nenhum e não estão voltados para escolher nenhum protótipo.

05 janeiro 2018

Contra a campanha da confusão, batalha de esclarecimento


1. Os partidos vivem "à conta do Estado"?

2. Receitas em numerário são sinónimo de proveniência duvidosa?

3. Estas alterações aumentam o financiamento do Estado?

4. Os partidos deixariam de pagar IVA?

5. Então o PCP é contra a transparência e a fiscalização?

6. A lei foi alterada às escondidas?

7. Porque houve alterações à lei?

8. Para que serve o dinheiro no PCP?

 Respostas aqui

04 janeiro 2018

Uma cátedra bem tonta

O regresso de uma
velha e bafienta milonga


Como se pode  ver na imagem acima, no Público de hoje, em artigo de apoio a Santana Lopes, o Prof. de Direito Jorge Bacelar Gouveia faz ressuscitar a velha pantomine de caracterizar o PSD como «o partido mais português de Portugal».
Embora cansado e farto até mais não destas bafientas fantasias, mobilizo um cisco das restantes energias para explicar três coisas ao ilustre Professor Catedrático: 
1. Qualquer partido ou um seu militante ou apoiante pode, sem problemas, ter o direito de classificar o seu partido como o mais patriota, mais progressista, mais conservador, mais coerente, mais reformista, etc, etc, à vontade do freguês .
2. Ou seja, tudo menos como «o mais português» pela cristalina razão de que todos os partidos são portugueses, de que esse não é um qualificativo de valor ou mérito mas de nacionalidade e de que não há um cidadão português-tipo.
3. Aliás,  tendo em conta a actual cotação eleitoral do PSD, talvez o Prof. Jorge Bacelar Gouveia tivesse de concluir que Portugal está hoje habitado por uma imensa maioria de «menos portugueses».