Em muitas evocações e caracterizações sobre a solução política acordada entre PS, PCP, BE e Os Verdes, não faltam referências aos «41 anos» de «divórcio» e também não poucas do género «o PCP é que nunca quis».
Entretanto, um pouco de rigor mal não fará e não embaciará a compreensível esperança que muito sentimos.
Por isso:
1. Aqui repito um post de 16 de Outubro deste ano que se reporta a 1978:
2. De igual modo, quero lembrar que, salvo erro ou omissão, nunca o PCP apresentou uma moção de rejeição a um programa de um governo minorítário do PS, desde o I de Mário Soares ao de António Guterres e ao de Sócrates.
3. E ainda recordar que, nos pós-eleições,em períodos de formação de governo nunca o PS (como fez agora) manifestou qualquer disponibilidade para discutir com o PCP um vasto conjunto de medidas como as agora acordadas.
3. E ainda recordar que, nos pós-eleições,em períodos de formação de governo nunca o PS (como fez agora) manifestou qualquer disponibilidade para discutir com o PCP um vasto conjunto de medidas como as agora acordadas.
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