29 maio 2016

Ora aí está !



... e, já agora, contra a infame manipulação de crianças e jovens

(grafismos e palavras da minha responsabilidade)

Escola Pública marca
presença na rua em 18 de junho

 A Escola Pública é promotora de igualdade de oportunidades, daí a Constituição da República Portuguesa atribuir ao Estado o dever de promover uma rede de estabelecimentos públicos que satisfaça as necessidades de toda a população.
Apesar das limitações impostas por motivos de vária ordem, no essencial, a Escola Pública tem cumprido a sua missão reconhecendo-se nela uma resposta de qualidade e para todos, fruto do esforço dos seus profissionais, de pais e encarregados de educação, de autarcas e de todos os que acreditam ser a Escola Pública motor de progresso e de construção de um futuro mais democrático e solidário.
Num momento tão importante como o que vivemos na Educação, torna-se ainda mais importante afirmar a Escola Pública e, simultaneamente, rejeitar a ideia de que público e privado poderão ser uma e a mesma coisa. No respeito por todas as respostas educativas, públicas e privadas têm natureza diferente e como tal deverão ser respeitadas. Quanto a financiamento, ao Estado compete garantir o que seja adequado à Escola Pública, contratualizando com privados apenas nos casos em que há insuficiência de resposta pública.
É neste quadro de afirmação de uma Escola Pública de qualidade e democrática que no próximo dia 18 de Junho, um sábado, em Lisboa, a Escola Pública sai à rua. Cidadãos e cidadãs promotores de uma Petição que já reúne dezenas de milhar de assinaturas, organizações e entidades diversas da sociedade portuguesa promovem a iniciativa cujos contornos serão oportunamente divulgadosA concentração de quantos pretendem assumir publicamente a defesa da Escola Pública terá lugar no Parque Eduardo VII, a partir das 14.30 horas do já referido dia 18 de junho.
Recorda-se que:
1 de Junho, a partir das 17.30 horas: recolha de assinaturas para a Petição junto à Feira do Livro de Lisboa;
3 de Junho, a partir das 16.30 horas: Tribuna Pública em Lisboa (Largo de Camões).
Os promotores

PRIMEIROS SUBSCRITORES da petição lançada pela FENPROF:
Adelino Pinto (Diretor da Escola Sec. Alves Martins, Viseu); Albino Almeida (Presidente da AM de Gaia e expresidente da CONFAP); Almerindo Janela Afonso (Docente e Investigador da Universidade do Minho); Álvaro Almeida Santos (Diretor da Escola Sec. de Valadares);Amândio Azevedo (Diretor do AE de Idães, Felgueiras); Ana Avoila (Coord. da Federação da Função Pública); Ana Benavente (Docente e Investigadora); Ana Mafalda Pernão (Diretora da Escola de Música do Conservatório Nacional),Ana Sesudo (Presidente da Associação Portuguesa de Deficientes),Aníbal José Mendes (Diretor do AE Frei Heitor Pinto, Covilhã),Aníbal Pires (Deputado do PCP/Açores), António Borges Coelho (Historiador),António Capelo (Ator, Diretor da Academia Contemporânea de Espetáculo e Diretor Artístico do Teatro do Bolhão), António Teodoro (Professor Universitário, Investigador, ex Secretário Geral da FENPROF), Augusto Flor (Antropólogo, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades), Augusto Nogueira (Diretor da Escola Secundária D. Dinis, Coimbra), Baptista Bastos (Jornalista e Escritor), Bernardino Soares (Presidente da CM de Loures), Carlos Carvalho (Diretor do AE Vale de Ovil, Baião), Carlos Pinto Sá (Presidente da CM de Évora), Daniel Oliveira (Jornalista), Daniela Aguiar (Movimento associativo de pais da RA da Madeira), David Rodrigues (Investigador, Presidente da Associação Pró-Inclusão), Élvio Sousa (deputado do JPP/Madeira), Fátima Custódio (ex-Presidente da Feder. Regional de Pais do Algarve), Fausto Bordalo Dias (Cantor e compositor), Fernando Sampaio (Diretor da Escola Sec. de Amarante), Filinto Lima (Diretor do AE Dr. Costa Matos, Presidente da ANDAEP), Filipe Martiniano Sousa (Presidente da CM de Santa Cruz, RA Madeira), Graça Gerardo (Presidente da ACAPO),Helena Roseta (Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa), Heloísa Apolónia (Deputada do PEV), Isabel Gregório (Presidente da CNIPE), Isabel Veiga Simão (Diretora do AE Coimbra Oeste), Joana Dourado (Engenheira, Investigadora e membro do grupo “Segue-me à Capela”), Joana Mortágua (Deputada do BE),João Fernando (Compositor), João Freire (Sindicato Nacional dos Psicólogos), João Jaime Pires (Diretor da Escola Sec. de Camões, Lisboa), João Loio (Professor e Músico), Joaquim Jorge (Professor, Clube dos Pensadores), José António Gomes (Escritor e Docente na Esc. Superior de Educação do Porto), José António Pinto (Assistente Social), José Calçada (Presidente do Sindicato dos Inspetores de Educação e Ensino), José Correia (Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local), José Luís Borges Coelho (Maestro e professor), José Manuel Mendes (Escritor, Presidente da Assoc. Portuguesa de Escritores), José Morgado (docente do ISPA – Instituto Universitário), José Morgado Ribeiro (Presidente da CIM Dão/Lafões), José Reis (Presidente da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes), José Teixeira (Diretor do AE de Marco de Canaveses n.º 1), Kabeca (Manager de Xutos e Pontapés), Kálu (Músico de Xutos e Pontapés), Licínio Lima (Docente e Investigador da Universidade do Minho), Luís Cília (Compositor e cantor), Luís da Conceição (Docente da Fac. de Arquitetura da Universidade de Lisboa), Luís Fagundes Duarte (Docente, ex-Presidente da Comissão Parlamentar de Educação e ex-Secretário Regional de Educação e Cultura da RA dos Açores), Luís Vicente (Ator e encenador da “ACTA”), Manuel Alegre (Poeta), Manuel Carlos Silva (Sociólogo e professor universitário), Manuel Loff (Historiador e professor universitário), Manuel Oliveira (Diretor do AE do Cerco, Porto), Manuel Pereira (Diretor do AE de Cinfães e Presidente da ANDE), Manuel Pires da Rocha (Diretor do Conservatório de Música de Coimbra e membro do Grupo Brigada Vítor Jara), Marco Nunes (Músico de Pedro Abrunhosa e Comité Caviar), Maria Antónia Mendes ʻMitóʼ (de A Naifa), Maria Calado (Professora e membro do CNE), Maria Cândida Brito (Diretora do AE Gardunha e Xisto, Fundão), Maria do Amparo (Cantora), Maria Emília Brederode dos Santos (membro do CNE), Maria João Pereira (Diretora do AE de Proença-A-Nova), Mário Nogueira (Secretário-Geral da FENPROF e membro do CNE), Miguel Tiago (Deputado do PCP), Norberto Pires (Docente da Universidade de Coimbra e Vereador na CM de Condeixa), Palmira Martins (Escritora de Literatura para a Infância), Paulo Cafôfo (Presidente da CM do Funchal e da Associação de Municípios da RA da Madeira), Paulo Costa (Diretor do AE Rainha Santa Isabel, Coimbra), Paulo Estevão (Deputado do PPM/Açores), Paulo Sucena (Membro do CNE e ex-Secretário-Geral da FENPROF), Porfírio Silva (Deputado do PS), Pedro Abrunhosa (Músico e compositor), Raquel Varela (Investigadora e historiadora), Renata Correia Botelho (Deputada do PS/Açores), Ricardo Franco (Presidente da CM de Machico, RA Madeira), Ricardo Paes Mamede (Economista e professor universitário), Ricardo Rodrigues (Presidente da CM de Vila Franca do Campo, RA Açores), Roberto Almada (Deputado do BE/Madeira), Rodrigo Francisco (Diretor da Companhia de Teatro de Almada), Rodrigo Teixeira (Presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve), Rui Matos (Diretor da ESECS/IPLeiria e Presidente da MAG da ARIPESE), Rui Namorado Rosa (Professor na Universidade de Évora), Santana Castilho (Docente e Investigador), Samuel (Compositor, Cantor), Sérgio Godinho (Cantor, Músico e Escritor), Sílvia Vasconcelos (Deputada do PCP/Madeira), Sofia Canha (Deputada do PS/Madeira), Sónia Sky (Cantora e compositora), Soreto de Barros (Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça), Valdemar Parreira (Presidente da Comissão Coordenadora da Federação das Associações de Pais do Concelho de Sintra), Valter Hugo Mãe, escritor, Vítor Pereira (Presidente da CM da Covilhã), Zuraida Soares (Deputada do BE/Açores).

A ditadura mediática

Quando órgãos de comunicação
social gangrenam a democracia


ontem, no Público, foi assim...

... mas hoje nem uma linha na primeira página sobre as informações divulgadas pelo governo e sobretudo sobre o desmentido do Tribunal de Contas


28 maio 2016

Porque hoje é sábado ( )

Miossec


A sugestão musical deste sábado vai
 para o cantor françês Christoffe Miossec.


Custa assim tanto investigar primeiro ?

Quando o Público (e outros)
deixa(m) que seja a AEEP a
escrever-lhe a manchete



e agora compare-se com isto:

(no «Observador»)

e finalmente isto:


27 maio 2016

Faz hoje 73 anos

Viagem a uma data histórica
e convite a alguma reflexão sobre
os recuos depois ocorridos

Participaram nesta primeira reunião : «Outre Jean Moulin et ses deux collaborateurs, Pierre Meunier et Robert Chambeiron, ont participé à la réunion du 27 mai 1943 :
  • les représentants des huit grands mouvements de résistance :
    • Pierre Villon du Front national de la résistance créé par le Parti communiste français3
    • Roger Coquoin pour Ceux de la Libération,
    • Jacques Lecompte-Boinet pour Ceux de la Résistance,
    • Charles Laurent pour Libération-Nord,
    • Pascal Copeau pour Libération-Sud,
    • Jacques-Henri Simon pour Organisation civile et militaire,
    • Claude Bourdet pour Combat,
    • Eugène Claudius-Petit pour Franc-Tireur ;
  • les représentants des deux grands syndicats d'avant-guerre :
    • Louis Saillant pour la CGT,
    • Gaston Tessier pour la CFTC ;
  • et les représentants des six principaux partis politiques de la Troisième République :
    • André Mercier pour le PC,
    • André Le Troquer pour la SFIO,
    • Marc Rucart pour les radicaux,
    • Georges Bidault pour les démocrates-chrétiens,
    • Joseph Laniel pour l’Alliance démocratique (droite modérée et laïque),
    • Jacques Debû-Bridel pour la Fédération républicaine (droite conservatrice et catholique).

Reportage consacré à Stéphane HESSEL, ancien résistant de 93 ans, et son best seller "Indignez vous !" qui prône le retour aux valeurs du programme politique d'après guerre. 


E  agora, especialmente dedicado
aos direitosos de hoje que devem espumar de raiva com estas «heresias» de há 72 anos,
 excertos do Programa unitário «Les Jours Heureux» do
 Conseil National de Resistence

aprovado  em 15.3.1944
a) Sur le plan économique :
l’instauration d’une véritable démocratie économique et sociale, impliquant l’éviction des grandes féodalités économiques et financières de la direction de l’économie ;
une organisation rationnelle de l’économie assurant la subordination des intérêts particuliers à l’intérêt général et affranchie de la dictature professionnelle instaurée à l’image des Etats fascistes ;
l’intensification de la production nationale selon les lignes d’un plan arrêté par l’Etat après consultation des représentants de tous les éléments de cette production ;
le retour à la nation des grands moyens de production monopolisée, fruits du travail commun, des sources d’énergie, des richesses du sous-sol, des compagnies d’assurances et des grandes banques ;
le développement et le soutien des coopératives de production, d’achats et de ventes, agricoles et artisanales ;
le droit d’accès, dans le cadre de l’entreprise, aux fonctions de direction et d’administration, pour les ouvriers possédant les qualifications nécessaires, et la participation des travailleurs à la direction de l’économie.
b) Sur le plan social :
le droit au travail et le droit au repos, notamment par le rétablissement et l’amélioration du régime contractuel du travail ;
un rajustement important des salaires et la garantie d’un niveau de salaire et de traitement qui assure à chaque travailleur et à sa famille la sécurité, la dignité et la possibilité d’une vie pleinement humaine ;
la garantie du pouvoir d’achat national pour une politique tendant à une stabilité de la monnaie ;
la reconstitution, dans ses libertés traditionnelles, d’un syndicalisme indépendant, doté de larges pouvoirs dans l’organisation de la vie économique et sociale ;
un plan complet de sécurité sociale, visant à assurer à tous les citoyens des moyens d’existence, dans tous les cas où ils sont incapables de se le procurer par le travail, avec gestion appartenant aux représentants des intéressés et de l’État ;
la sécurité de l’emploi, la réglementation des conditions d’embauchage et de licenciement, le rétablissement des délégués d’atelier ;
l’élévation et la sécurité du niveau de vie des travailleurs de la terre par une politique de prix agricoles rémunérateurs, améliorant et généralisant l’expérience de l’Office du blé, par une législation sociale accordant aux salariés agricoles les mêmes droits qu’aux salariés de l’industrie, par un système d’assurance contre les calamités agricoles, par l’établissement d’un juste statut du fermage et du métayage, par des facilités d’accession à la propriété pour les jeunes familles paysannes et par la réalisation d’un plan d’équipement rural ;
une retraite permettant aux vieux travailleurs de finir dignement leurs jours ;
le dédommagement des sinistrés et des allocations et pensions pour les victimes de la terreur fasciste,


La possibilité effective pour tous les enfants français de bénéficier de l’instruction et d’accéder à la culture la plus développée, quelle que soit la situation de fortune de leurs parents, afin que les fonctions les plus hautes soient réellement accessibles à tous ceux qui auront les capacités requises pour les exercer et que soit ainsi promue une élite véritable, non de naissance mais de mérite, et constamment renouvelée par les apports populaires.

Sobre o Secretário-Geral da CGT´ ou ..

Le Figaro na luta
de classes em França


na edição de 25 de Maio

 Le Figaro est, depuis 2004, la propriété de l'industriel et sénateur Serge Dassault via la Société du Figaro, filiale de la Socpresse, dont celui-ci est le président et unique actionnaire.

24 maio 2016

Não mudaram nada : continuam na ressaca do 4/10/2015

Tanto terrorismo
verbal já cansa !



Em suma, esta gente não tem um pingo de vergonha na cara. Se não, voltemos a reparar que dos cerca de 2800 colégios privados
não têm qualquer contrato de associação com o Estado e são 

os que tinham tal contrato.
E são
ou seja, 39, que agora, por haver oferta pública nas suas localidades, não terão subsídio do Estado para a criação de novas turmas de inicio de ciclo.

E é assim a temível, horrenda
 e hereje «nacionalização
socialista e comunista
»
 que
está em curso na educação !