02 fevereiro 2014

A PROPÓSITO DAS PRAXES MAS SOBRE AS NÃO PRAXES

Há 54 anos,
"A batalha do convívio"-

um texto fundador de
Pedro Ramos de Almeida



Um outro número do Quadrante com outro
artigo de Pedro Ramos de Almeid
a

Na impossibilidade de ter acesso à integralidade do texto, aqui fica a referência feita por Ana Cabrera, num seu estudo sobre o jornal Quadrante da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, ao artigo "A Batalha do Convívio» que, em Março de 1960, o estudante e militante comunista Pedro Ramos de Almeida publicou naquele jornal e que creio ser de toda a justiça considerar como a definição de toda uma linha de actuação - alheia às praxes, excepção feita a Coimbra - depois infatigavelmente prosseguida pelas Associações de Estudantes com vista à integração dos novos alunos.


 

3 comentários:

  1. "Completa rejeição das praxes". Mas quais praxes? Todas? As de Coimbra também? No nosso tempo de Direito (Lisboa), que me lembre, não havia. Enquanto estudante liceal, vivi tranquilamente a de de Coimbra.

    LPA

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    1. Luís: tens razão, não ficou ainda bem mas já emendei.

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  2. Considero muito útil uma integração de novos alunos em outro nível de ensino, como o Superior e o Universitário, mas nunca através de praxes , que refletem a parte mais negativa da nossa sociedade quer da parte dos praxantes, quer da parte dos praxados.
    Mas fomentar a adaptação e o convívio através de ações equivalentes às que eram apresentadas no Jornal Quadrante , acho muito bem e até indispensável.

    Um beijo.

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