10 novembro 2024

Um grande aplauso para todos os que a organizaram

 Uma exposição
 que os progressistas
não devem perder


No Museu Nacional de Etnologia

«A exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo Português em África: Mitos e Realidades” estará patente ao público na maior sala de exposições temporárias do Museu Nacional de Etnologia entre 30 de outubro de 2024 e 2 de Novembro de 2025.

A exposição, co-organizada pelo Museu Nacional de Etnologia (Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E.) e o Centro de Estudos Sobre África e do Desenvolvimento (Instituto Superior de Economia e Gestão, UL), realiza-se no contexto da prioridade que o Museu confere ao estudo de proveniência das suas coleções extraeuropeias e da reflexão sobre o contexto colonial em que o museu foi fundado e procedeu à recolha das suas primeiras coleções, procurando o envolvimento do público e das comunidades na valorização e divulgação das suas próprias culturas.

Concebida e coordenada pela historiadora Isabel Castro Henriques, a exposição visa apresentar as linhas de força do colonialismo português em África nos séculos XIX e XX. Tem como objetivos desconstruir os mitos criados pela ideologia colonial, descolonizar os imaginários portugueses e contribuir, de forma pedagógica e acessível, para uma renovação do conhecimento sobre a questão colonial portuguesa.»

JAZZ PARA O SEU DOMINGO

 Dominick Farinacci
em "Dawn of Goodbye"

07 novembro 2024

Os que mais ganharam na eleição de Trump

Porque será ?
"Vitória de Trump deu 59,5
mil milhões de euros aos
10 empresários mais ricos
do mundo"
(Expresso aqui para o fim da página)
os felizardos são Elon Musk, 
Bill Gates,
Larry Ellison etc.

Bernie põe o dedo na ferida

A palavra
 de Bernie Sanders

Bernie Sanders, o senador independente do Vermont, responsabilizou nesta quarta-feira o afastamento do Partido Democrata em relação aos trabalhadores norte-americanos pela derrota de Kamala Harris nas eleições presidenciais. Sanders, que foi reeleito para mais um mandato na terça-feira, desafiou os estrategos democratas a retirar “lições verdadeiras desta campanha desastrosa” e apelou a “discussões políticas muito sérias” nas “próximas semanas e meses.
Não devia ser uma grande surpresa um Partido Democrata que abandonou a classe trabalhadora descobrir que a classe trabalhadora o abandonou. Primeiro, foi a classe trabalhadora branca, e agora são os trabalhadores latinos e negros também”, acusou, esta quarta-feira, em comunicado.»  («Público» de ontem)

Uma trancada no exagero

Reparem  no dislate.

«Trump conquistou mais votos em todo o lado:
 velhos, novos, mulheres, negros, latinos, eleitores na Pensilvânia e em Manhattan, de todas
 as categorias étnicas e em todas as
geografias. O Partido Democrata ficou
reduzido às elites progressistas.
»
João Miguel Tavares no «Público»

Segundo esta douta opinião do proprietário há anos da última página do «Público», Kamala Harris teve 67 milhões de votos mas nem uma centena de milhar em cada um dos estratos ou camadas populacionais elencadas na citação ali atrás. E, nós, pobres e desamparados leitores, temos de nos conformar com a ideia de que as «elites progressistas» dos EUA ascendem a 67 milhóes de cidadãos. Ora batatas !

06 novembro 2024

Péssimo para os norte-americanos

 Uma péssima notícia



De volta a tempestade Trump
(The New York Times)

Mais gás à extrema-direita
 em todo o mundo.

No «El País»

 

nem tudo foi mau...
um dado a não
 esquecer
EUA cerca de 335 milhões de habitantes, cerca de 245 milhões com direito a voto, votaram cerca de 135 milhões.UMA ENORME ABSTENÇÃO de 110 MILHÕES !

Uma vergonha de todo o tamanho

 O «Expresso» solidário
 com o presidente da
 Câmara de Loures

Ideia e imagem copiadas do «Ladrões de Bicicletas»

05 novembro 2024

A outra face da guerra de Israel

 Falam soldados israelitas


Gustavo Carneiro
no «Avante!» de 31.10.2024

«Guy Zeken é um militar israelita regressado há meses de Gaza, onde manobrava uma escavadora. O seu colega , Ekliran Mizrahl, suicidou-se pouco depois de voltar. «Vimos coisas muito, muito, muito dificeis (...). Coisas que são dificeis de aceitar», salientou no parlamento israelita., onde recordou que os soldados, com escavadoras como a sua, atropelaram pessoas «vivas ou mortas» às centenas».Por esta razão, nunca mais comeu carne, que lhe traz à memória os corpos despedaçados.»

Mais depoimentos impressionantes aqui em breakingthesilence.org.il.