Charles Langford
02 maio 2021
01 maio 2021
Hoje
Dia dos trabalhadores
e do valor do trabalho
30 abril 2021
A mentira mil vezes repetida
Henrique Monteiro
gostosamente prisioneiro de
uma velha falsificação
Um leitor que pesquise neste blog pela palavra «chaimite»encontrará todas as vezes que já aqui desfiz esta monumental mentira.
Mas para não gastar muita cera com tão ruim defunto aqui fica apenas esta de 13 de Março de 2013 :
29 abril 2021
Descriminalização do CONSUMO de drogas
Recordando o que
já está esquecido
28 abril 2021
Um livro aberto
reescrita da história
27 abril 2021
Na mouche !
Sejam bem-vindos
à lucidez
«Quando Marcelo nos pede para não “[exigir] aos que viveram esse passado que pudessem antecipar valores (...) agora tidos por evidentes, intemporais e universais”, persiste num dos mais velhos erros metodológicos da leitura reacionária do passado: o de inventar um tempo em que os valores dominantes seriam tão consensuais que nenhuns outros teriam sido enunciados. Em todas as épocas os valores dominantes tiveram alternativas; todas as ordens tiveram resistência; todas as verdades do tempo tiveram quem as denunciasse».
Quem puder que não deixe de ler hoje no «Público» o magnifico artigo de Manuel Loff.
26 abril 2021
Dois pontos nos is
Um desabafo
contra a corrente
Correndo o risco de ser atropelado por um Alfa pendular mediático, é meu dever de consciência escrever que não alinho nos a meu ver excessivos deslumbramentos em voga com o discurso de Marcelo Rebelo de Sousa no 25 de Abril. A esse respeito fico-me por duas anotações: a primeira é que peço muita desculpa mas não faz nenhum sentido falar do «bom» (colocado a par do «mau») em relação ao fascismo português e à sua guerra colonial (embora só nesse ponto esteja de acordo com Manuel Carvalho quando escreve no «Público» que « A Guerra Colonial foi um horror, mas não podemos culpar a geração dos nossos pais que foi forçada a combatê-la» pois foi isso que os comunistas sempre fizeram); a segunda é que quando se fala na necessidade de não julgar o passado pelos olhos do presente, é necessário lembrar que muitos não precisaram de esperar pelo presente para denunciar e combater o fascismo e a guerra colonial, antes o fizeram desde o primeiro minuto, como muito bem lembrou o primeiro-ministro numa passagem censurada por algumas televisões. E também anoto que, ao contrário do que dizem todos os media, não vi todos os partidos a aplaudirem o discurso. Em concreto, vi Jerónimo de Sousa levantar-se sem aplaudir e ouvi o seu comentário apenas assinalando positivamente a elogiosa referência de Marcelo aos capitães de Abril. E,por fim uma pergunta venenosa: no habilidoso «nem isto nem aquilo» de Marcelo onde é que encaixa a sua ida ao funeral de Marcelino da Mata ?











