06 março 2012

"New Multitudes" ou ...

... o inesgotável e sempre
amado Woodie Guthrie




No El País uma interessante peça sobre um novo disco - New Multitudes - baseado no imenso espólio de Woodie Guthrie  e em que participam Jay Farrar, Will Johnson, Anders Parker e Yim Yames.


 


Ouvir estas faixas aqui

E viva a transparência!


11 de 175 !


Parece ter passado despercebido um pequeno facto ontem referido na peça do Público sobre uma auditoria às Parcerias Público-Privadas e que se encontra devidamente sublinhado na imagem a seguir.

Mas o que é isto ? Agora a Inspecção-Geral de Finanças e a Inspecção-Geral das Actividades de Saúde prestam informação às pinguinhas a um jornal e arrogam-se o direito de filtrar o que divulgam e o que não divulgam esquecidas que a transparência devia ser um dos atributos essenciais das suas próprias funções ?

Wall Street e a dívida grega

Eles não dão ponto sem nó
Ler o resto do artigo aqui na Slate

Face a este pungente drama nacional...

... por mim, pode ser por moeda ao ar

Francesca Solleville

Uma voz que resiste ao tempo


La Promesse à Nonna -
 sobre letras de d'Allain Lepres
t

05 março 2012

Até cansar...


... de cada vez que se
falar disto, lembrarei
isto !

No Público de hoje

Eleições na Rússia

E como terão sido quando, em 1996,
Ieltsin (53 %) ganhou a Ziuganov (40%)?


Espanha 2



Problemas e votos,
dois mundos diferentes





Sondagem Metroscopia para «El País» que entretanto, no plano das intenções de voto, dá o PP com 46,3%, o PSOE com 24,4% (menos 4 pontos que nas eleições) e a Esquerda Unida com 9,1% (mais 2,2 pontos que nas eleições).

Espanha 1


O cardeal Rouco deve ter suspirado:
«Ainda se fosse sobre o aborto»


De notar que o título na edição impressa é «Rouco se enfada com los obreros católicos».Aqui, no «El País» pode ainda ler-se que «Según HOAC y JOC, la reforma “supone un nuevo golpe al derecho laboral limitando su capacidad de frenar la creciente mercantilización y cosificación del trabajo humano. “Este Gobierno ha aprovechado el estado de quietud y miedo de la mayor parte de la ciudadanía para eliminar viejas conquistas laborales y aspiraciones conseguidas tras muchas luchas de tantas personas a lo largo de la historia”, añaden.
Las dos organizaciones de obreros católicos instan más tarde “a los partidos políticos a corregir y reorientar, en el proceso parlamentario, la reforma poniendo en el centro de la misma el trabajo decente y con derechos”. También animan “a participar en las iniciativas y movilizaciones que se convoquen por parte de las organizaciones eclesiales, sociales y sindicales”.
Entre los argumentos que esgrimen para calificar la reforma como “una vuelta de tuerca más para flexibilizar el mercado de trabajo”, destacan la “quiebra el derecho constitucional a la negociación colectiva y a la capacidad organizativa de los trabajadores”; el que “facilita y abarata la expulsión del mercado de trabajo porque quita trabas al despido por causas económicas; que rebaja la indemnización del improcedente y elimina la autorización administrativa para poder llevar a cabo los expedientes de regulación de empleo”; porque “abre el camino para ajustar los salarios a la productividad de forma que los trabajadores más débiles van a depender de la voluntad unilateral del empresario”, y porque “dificulta, cuando no impide o precariza, el empleo juvenil”.