27 agosto 2016

26 agosto 2016

Não é cedo nem tarde para lembrar

Daqui a oito dias

CONCERTO SINFÓNICO PARA

 UM GLORIOSO ANIVERSÁRIO

Coro Sinfónico Lisboa Cantat

Orquestra Sinfonietta de Lisboa – Maestro: Vasco Pierce de Azevedo
CORO sinfónico LISBOA CANTAT – Maestro: Jorge Carvalho Alves
Solistas: Ana Paula Russo – Soprano, Cátia Moreso – Meio-Soprano, Marco Alves dos Santos – Tenor, Jorge Carvalho Alves – Tenor, José Corvelo – Barítono, Filipe Melo – Piano e órgão Hammond, António Rosado – Piano
«Quem, todos os anos, decide reservar o primeiro fim de semana de Setembro para, depois de um merecido retempero de férias, preparar o regresso à dureza, à intensidade ou à concentração da labuta quotidiana, já sabe que a ida e a frequência quotidiana da Festa do “Avante!” é a melhor forma de reencontrar velhos amigos, conhecer novos camaradas, conviver humanamente da forma mais sã e democrática e intervir na discussão política sobre diversas e candentes questões da actualidade nacional e internacional, sem deixar de fruir e participar, naturalmente, de uma das características mais fascinantes e inigualáveis de uma manifestação de massas como esta: a possibilidade de assistir a uma multiplicidade de espectáculos em todos os domínios da Arte e da Cultura popular e erudita.
E é fora de dúvida que, logo a abertura da Festa, na 6ª feira à noite, no Palco 25 de Abril, se transformou de há muitos anos para cá numa manifestação cultural verdadeiramente única, sem par no nosso país, pela oportunidade aberta a milhares de visitantes de entrar em contacto, quantas vezes na sua primeira oportunidade e com a formalidade descontraída e sempre composta que nos caracteriza, com a Grande Música, seja ela clássica ou contemporânea, do género operístico ou sinfónico, para volumosas massas orquestrais, pequenos e grandes coros, e solistas dos mais consagrados ou em começo de promissoras carreiras.
Se é certo que este ano se comemora o 40º. aniversário da própria Festa, não poderia ser de forma diversa concebido o seu concerto de abertura e, neste sentido, o seu repertório, escolhido de forma muito aberta, deveria preferencialmente abarcar géneros muito diversificados, dando atenção particular aos vários tipos de público que preenche, até às alamedas laterais, o recinto central em frente do Palco 25 de Abril.
Por maioria de razões foi, sobretudo, à música festiva ou à música da exaltação da grandeza do Homem, no seu percurso contra a opressão, pelos direitos cívicos, pela Liberdade e pela Democracia que atribuímos a nossa principal atenção, seja ela música programática no sentido mais profundo do termo, seja ela pura música de regozijo e circunstância.
Neste sentido, a conjugação da leveza orquestral de um Bizet com o poder vigoroso de um Beethoven, das características claramente nacionais de um Shostakovitch ou de um Glinka com a forte personalidade e identidade dos “espirituais negros”, dos ecos sempre inspiradores da Revolução Francesa com a ressonância heróica das canções de Lopes-Graça ou da força agregadora de Ortega, vão de par com uma atmosfera geral de celebração e, ao mesmo, de um emocionante, consciente e invejável espírito comemorativo, susceptível de se transferir, no dia seguinte, para a nossas próprias vidas e de nos transmitir renovadas forças e coragem na prossecução dos passos necessários para transformar em certezas os ainda insuficientes sinais de mudança e de esperança que este ano nos trouxe.»

Programa

1. Georges Bizet
“L’Arlesiénne» nº 2
Orquestra
2. Giuseppe Verdi
“Va pensiero” da ópera “Nabucco”
Coro e orquestra
3. Mikhail Glinka
“Ruslan e Ludmilla”, abertura
Orquestra
4. Étienne Nicolas Méhul
Poema de Marie-Joseph Chénier
“Le Chant du Départ”
Coro, orquestra, 2 solistas masculinos, 2 solistas femininos
5. Ludwig van Beethoven
Coriolano, abertura
Orquestra
6. “Free at last”
Espiritual negro, rec. J. W. Work
Coro, Hammond B3 (Filipe de Melo)
7. “Acordai”
José Gomes Ferreira / Fernando Lopes-Graça (“Heróicas”)
Coro, piano (Filipe de Melo)
8. “Jornada”
José Gomes Ferreira / Fernando Lopes-Graça (“Heróicas”)
Coro, piano (Filipe Melo)
9. “Katyusha”
Mikhail Isakovsky / Matvei Blanter
Coro, orquestra
10. Dmitri Shostakovich
Sinfonia nº 10, 2º andamento
Orquestra
11. “Down by the Riverside”
Espiritual negro, (trad.)
Coro, Hammond B3 (Filipe de Melo)
12. “El Pueblo Unido Jamás Será Vencido”
Sergio Ortega
Coro, piano (Filipe Melo)

13. Ludwig van Beethoven
Fantasia Coral op. 80
Coro, Ana Paula Russo (sop.), Catia Moteso (alt), Marco Alves
dos Santos (ten.), José Corvelo (bar.), António Rosado, (piano),
orquestra

24 agosto 2016

O caso dos «burquinis»

Milhões de palavras,
raríssimas imagens



Sem entrar por ora nas questões de fundo à volta deste assunto, acho importante que se repare nesta peça da Slate.fr onde se pode ler designadamente que :

clicar para ler melhor

Sobre esta última referência às fotos feitas por France Keyser, disponíveis aqui, a verdade é que nenhuma das mulheres fotografadas está a tomar banho ou vestida de burkini e todas estão na praia vestidas como andam normalmente no dia a dia ou estão à beira mar a vigiar os filhos no banho.




17 agosto 2016

Qual controlo de armas, qual carapuça

EUA: medo com a segurança
dos filhos nas escolas ? 
A indústria talentosa responde !


Não e não, que ninguém pense que os miúdos e miúdas norte-americanos de famílias abonadas, ver preços) vão agora para a escola com coletes antibalas quais pequenos agentes do FBI. O capitalismo é inegavelmente criativa e os coletes antibalas são uma espécie de forro de agradáveis peças de vestuário.





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