09 fevereiro 2020

Os compinchas de Trump

Uns rapazes
muito jeitosos

«Um eleito de Montana diz que 
é legal matar socialistas»
«O representante republicano Rodney
Garcia recusou demitir-se depois de ter
afirmado que a Constituiçâo autorizava
 a execuçâo de socialistas»


LER AQUI

08 fevereiro 2020

Não é miopia, é cegueira direitista

Assis a precisar 
de mudar de óculos

« (...) Do Governo e dos seus partidários ouviram-se declarações de uma ridícula pomposidade; de quase todos os demais partidos políticos surgiram sinais de um cinismo desenfreado. O PCP levou esse cinismo tão longe que acabou por se enredar em atitudes e em declarações patéticas. (...)» (Francisco Assis no «Público» de hoje).

O título deste post justifica-se por duas razões:

- a primeira é que F. Assis viu o que ninguém mais viu nas televisões: cenas patéticas do PCP.
- a segunda é que F. Assis não viu o que toda a gente viu nas televisões: a cena patética de Duarte Pacheco a anunciar o voto do PSD na proposta do PCP e, a seguir, a abster-se.

Tinha de ser

Legítima defesa

Porque hoje é sábado ( )

Pastora Soler


07 fevereiro 2020

Ainda o IVA da electricidade



"(...) o PCP aliou-se ao PS,
 garantiu a derrota do BE
que, acho eu, era o seu
principal  objectivo (...)"

-Daniel Oliveira no «Eixo do Mal»
de ontem na SIC 
(aos 6.10 AQUI)

Lido isto, convém que toda a gente
 saiba que, além da sua,


06 fevereiro 2020

Foram eles que afundaram o Titanic



Reparemos bem : o PCP apresentou uma proposta de baixa do IVA da electricidade para os 6% e votou-a favoravelmente; o PSD não a votou a favor dela e retirou a sua própria proposta; mas depois, nas ilustradas meninges da jornalista, quem enterrou a baixa do IVA na electricidade foi ... o PCP !
Só há uma explicação para uma conclusão tão enviesada, ilógica e preconceituosa : a de que os comunistas têm sempre as culpas de tudo. 

ADENDA EM 7.2
Em artigo hoje no «Público», o líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, na ânsia de demonstrar que o PCP «considerou que era melhor deixar tudo como está do que descer o IVA da luz no próximo Outono» (esquecido que o PCP votou a faor também da proposta do BE) vem invocar precisamente a frase acima de São José Almeida. Ao que isto chegou, ou seja, não é todos os dias que vemos um líder parlamentar a invocar como argumento de autoridade o capcioso artigo de uma jornalista.


Um apelo à racionalidade


A respeito do debate orçamental não faltam vozes estimáveis e respeitáveis a falarem de falta de rumo dos partidos em geral, de espectáculo deprimente, de leilão de propostas, de excessivas variantes de sentido de voto, tudo num contexto de apreciações epidérmicas e emocionais.
Mas só não dizem como é que, em concreto, as coisas se deviam ter passado (*) e, em concreto, quem é que, diferentemente do que aconteceu, devia ter votado o quê e como.
Pode-se compreender e respeitar este tipo de desabafos mas com eles também não se encontra nenhuma linha de rumo nem nenhuma definição das verdadeiras responsabilidades.

(*) É sempre útil lembrar que nos acordos escritos celebrados à esquerda na anterior legislatura, não havia nenhuma obrigação de votar favoravelmente os Orçamentos de Estado.

05 fevereiro 2020

Discurso do Estado da União

Quando um gesto 
vale mil comentários


"O Estado da União foi um show de variedades
 visivelmente degenerado.
O discurso foi uma piada que Trump
 debitou no Congresso"




No final do discurso ( «eleiçoeiro» logo sem ponta de dignidade institucional) de Trump, Nancy Pelosi, a democrata presidente da Câmara dos Representantes, rasga uma cópia do texto. No início da sessão, ela tinha estendido a mão a Trump para o cumprimentar mas ele recusou o aperto de mão. Um convidado de Pelosi,  Fred Guttenberg, cuja filha foi morta no massacre de Parkland, foi expulso da sala por ter protestado de viva voz contra o apoio dado por Trump no seu discurso à 2ª Emenda ( que garante o direito ao uso de armas). 


- Coronavirus ?
- Não. Preparando-me para o
 discurso de Trump sobre
 o Estado da União.