31 dezembro 2013

Com Kermit Ruffins

Procurando em 2014
The Sunny Side of the Street



Em 2013

O maior fracasso neste blogue

Seja porque a afirmação assusta e mete medo, seja porque se tenha pensado que isto representava alguma reabilitação do fascismo, seja ainda  porque muita gente não tenha percebido que não se estava a dizer que hoje vivemos pior do que em qualquer década dos últimos oitenta anos mas sim do «mais súbito» processo de empobrecimento (o que tem por detrás a ideia de que, em geral, desde os anos 30 do século passado a tendência, aliás natural,  era para um progressiva melhoria das condições de vida), a verdade é que ninguém pegou nesta afirmação estampada neste blogue em 1 de Agosto deste ano. Mas também ninguém a contestou explicitamente. Paciência, também não vem daí grande mal ao mundo.

«i» no Rui e «i» no Rio

Compare a manchete que
saiu com a que devia ter saído


Numa pergunta sobre «quem está melhor preparado para governar» em que muito democraticamente só era permitido aos inquiridos escolherem entre Passos Coelho, Rui Rio, António José Seguro e José Sócrates, 26,4% escolheram Rui Rio e 22,5%% Passos Coelho, o que dá quase 50% de preferências por personalidades da direita.  Lamento se estrago a passagem do ano a alguém, mas convém recordar que em sondagens sobre intenções de voto PSD e CDS somados estão 20 pontos abaixo da soma de intenções de voto no PS, na CDU e no BE.                                                                                 

Como se esperava...

... já está, depois se vê !




30 dezembro 2013

Seja para aplaudir ou lamentar

A que horas é que
Barroso fala sobre isto ?



Fica prometido: se, por absurdo ou desfaçatez, Durão Barroso vier a ser candidato presidencial, organizarei uma vaquinha para subsidiar a impressão da imagem acima e a afixar em cima de todos os seus outdors.

E a culpa não é só dos Republicanos

Um Natal americano



artigo aqui em The Nation

26 dezembro 2013

Um espírito livre e fiel á sua consciência

Albino Aroso (1923-2013)

Os obituários publicados na imprensa estão dizendo quase tudo a propósito de morte do dr. Albino Aroso, sobretudo sobre o seu vasto e pioneiro papel na promoção do planeamento familiar e da saúde materno-infantil. Mas creio que fica bem que alguém de esquerda, em relação a esta personalidade que era situada politicamente no âmbito  do PSD, recorde a importância que tiveram as suas entrevistas e tomadas posições ao longo das diversas e ásperas batalhas pela despenalização do aborto em Portugal. Justiça, reconhecimento e louvor pois para quem amplamente os mereceu.                                                                                                                                     

As melhores fotos do espaço 2013

Sim, isto só está bom para
viagens mentais ao espaço



mais aqui



"Sax ans Violins" pelos Talking Heads
em «Until The End of The World»

24 dezembro 2013

Nem este blogue escapa ao ritual

Luciano Pavarotti e Placido
Domingo em O Holy Night...





... e Jason Smith em Have
Yourself A Merry 
Little Christmas




Preciosidades natalícias

Capas de Natal
da The NewYorker





mais aqui

E o ridículo não mata ?

Agora já não é "vender "
(com aspas), é promover porque
vender (sem aspas) já está quase
tudo vendido !



a capa do Primeiro de Janeiro

Estimados compatriotas
"emigrantes de luxo":

por amor de Deus, nunca
falem disto lá fora !



na 1ª página do Público

23 dezembro 2013

Cruzes canhoto !

Nada de sustos, o Conselho
da Diáspora não deu posse
ao novo governo




Diálogo de capas ou...

... como temos visto
nestes últimos 3 anos !




Pormenor da capa do ultimo Courrier Internacional responde a capa do último Sénior com José Gomes Ferreira (ai, como custa escrever este nome).

José Gomes Ferreira

O NOSSO MUNDO É ESTE

O nosso mundo é este
Vil suado
Dos dedos dos homens
Sujos de morte.

Um mundo forrado
De pele de mãos
Com pedras roídas
das nossas sombras.

Um mundo lodoso
Do suor dos outros
E sangue nos ecos
Colado aos passos…

Um mundo tocado
Dos nossos olhos
A chorarem musgo
De lágrimas podres…

Um mundo de cárceres
Com grades de súplica
E o vento a soprar
Nos muros de gritos.

Um mundo de látegos
E vielas negras
Com braços de fome
A saírem das pedras…

O nosso mundo é este
Suado de morte
E não o das árvores
Floridas de música
A ignorarem
Que vão morrer.

E se soubessem, dariam flor?

Pois os homens sabem
E cantam e cantam
Com morte e suor.

O nosso mundo é este….

( Mas há-de ser outro.)


22 dezembro 2013

Para esquecer o que está antes, os norte-americanos

Patty Griffin e Robert Plant

Antecedentes do direito à vida em Espanha ou...

... a resposta que eles merecem




Iguais em toda a parte

O mesmo nojo de sempre, 
o mesmo terrorismo de sempre !





pista colhida em Dumar no Facebook

Para o seu domingo, a britânica

Laura Mvula




Um livro estrangeiro por semana ( )

 Le Dahlia Noir

O célebre romance de James Ellroy agora em banda desenhada (ed. Casterman, 19 E.)


Apresentação do edito
r
: «Los Angeles Police Department, 1946. Dwight "Bucky" Bleichert fête son premier jour aux Mandats, le prestigieux service où rêvent de travailler la plupart des flics de la Cité des Anges. Il fera équipe avec Leland "Lee" Blanchard, un collègue qui comme lui a été boxeur, et qu’il a déjà affronté sur un ring. Malgré les nondits entre eux, les deux hommes sympathisent. Ils ne savent pas encore qu’ils vont enquêter ensemble sur un crime qui va à la fois les rapprocher et bouleverser leurs existences : la mort atroce d’une jeune femme, Elizabeth "Betty" Short, surnommée le Dahlia Noir, dont on retrouve le corps mutilé dans un terrain vague, en janvier 1947... Ainsi débute l’un des plus fameux romans noirs de la littérature américaine des dernières décennies, à la fois polar haletant et portrait saisissant de Los Angeles, dans toute sa fascination trouble : Le Dahlia noir, de James Elroy. C’est le plus francophile des dessinateurs américains, Miles Hyman, déjà auteur avec Matz, dans la même collection, d’une adaptation de Nuit de fureur de Jim Thompson, qui en signe la mise en images, très inspiré par la ville de Los Angeles où il a personnellement vécu plusieurs années. L’adaptation du roman d’Ellroy en bande dessinée est assurée une fois encore par Matz, mais cette fois-ci à quatre mains puisqu’il a travaillé en équipe avec le cinéaste David Fincher.»
         O cartaz do filme de 2006
de Brian De Palma